Devagar, devagarinho e parou

Publicado por Cesar Gouveia - 04/01/2016 - 15h00

Há alguns dias o Vozes publicou uma matéria sobre as obras na praça Orlândia, área conhecida pelos moradores como Quadra do Areião que estava caminhando devagar no final de 2015. De fato, o ano terminou e o prazo para a conclusão da obra também.

Com a previsão de término em 03/01/2016 a obra de manutenção e adequação da praça situada na avenida Francisco Mesquita chegou ao fim sem estar 100%.

Foto: Cesar Gouveia

Foto: Cesar Gouveia

A obra que começou aviso prévio ou audiência com os moradores teve início tumultuado. Na quadra localizada na praça acontecem as aulas do projeto FUTVIDA Prudente e Centro Cultural da Vila Prudente. Os representantes do projeto FUTVIDA tentaram adiantar o prazo de 60 dias uma vez que os moradores não foram avisados e não se programaram para a obra. Segundo o diretor do projeto de esporte, Cesar Gouveia, o adiantamento era necessário. “Estava programado um festival para os alunos do projeto e receberíamos amigos e parceiros que nos ajudaram começar”, disse ele.

Com êxito a pintura e a colocação de metade do alambrado teve adiantamento e o foi evento realizado com sucesso.

O adiantamento das etapas, porém, deixou rastros de ineficiência do trabalho feito pela empresa ROY contratada através de emenda orçamentária da vereadora Juliana Cardoso. Pelas imagens é possível ver alguns dos sinais de que a obra foi feita de “qualquer jeito”.

Foto: Cesar Gouveia

Foto: Cesar Gouveia

ALGUMAS FALHAS CONSTATADAS – Diversas falhas foram vistas pelos frequentadores do local, o Vozes recolheu algumas e listou abaixo:

  1. Alambrado: colocado somente metade, algumas partes estão com pontas para dentro da quadra (o que tem provocado o perfuramento de diversas bolas);
  2. Grama: só foi colocado em pequenas partes próximo às mesas de dama e alguns cantos próximo ao alambrado;
  3. Pintura: as tintas utilizadas possuem cores desiguais, as linhas feitas de branco estão com partes tortas.

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DIREITO DE RÉPLICA – O Vozes coloca-se à disposição para esclarecimento das falhas que a obra tem, bem como para mostrá-las pessoalmente.

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